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16 maio

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ÉTICA EM COACHING EXECUTIVO

 

 

               

 

 

 

 

Ética em Coching Executivo                    

Por Lena Vidigal*

 

 

A questão é mesmo séria e posta por muitos :

No Coaching Executivo – contratado pela empresa – quem é o cliente, afinal  ?

O profissional beneficiado ou a empresa contratante ?

 

O Coachee – o  profissional  –  é o foco do trabalho do Coach.

A empresa que decide beneficiar seus colaboradores e executivos com um programa de Coaching é, sim, cliente.

Assim como é cliente quando contrata um programa de treinamento.

E a  decisão em desenvolver sua equipe de colaboradores através de um Programa de Coaching  objetiva, sim, obter resultados para a empresa, mas sendo esses uma conseqüência dos benefícios gerados aos colaboradores.

Há toda uma confusão de conceitos e compromissos a tal ponto estabelecida que, muitas vezes, tem levado empresas e mesmo os profissionais a compreenderem o Coaching Executivo como um processo de investigação e monitoramento do profissional, ou mesmo uma abordagem de avaliação ou até mesmo  uma certa “auditoria”  de performance e conduta.

É fato que toda empresa quer ter indicadores de performance para acompanhar.

Mas essa é função que cabe os Sistemas de Gestão de Desempenho, não ao processo de Coaching em si mesmo.

 

ESCLARECENDO

 Ao contratar um programa de Coaching para um colaborador, a empresa já atesta que acredita e valoriza muito sua contribuição e  quer apostar ainda mais em seu potencial de desenvolvimento.

Pretende que ainda mais se aprimorem suas competências e suas habilidades, à medida em que oferece um acompanhamento que lança luz sobre crenças e valores limitantes e equilibra condutas, atitudes e hábitos que impedem os profissionais de alcançarem suas mais elevadas possibilidades.

Evidente: o que a empresa espera é que os mais altos objetivos de seus profissionais, estejam alinhados com os objetivos e metas da organização.

O programa de Coaching Executivo efetivamente possibilita o alinhamento e a sincronização de objetivos individuais do profissional com aqueles da organização.

Para além disso, o profissional terá ganhos pessoais, pois terá sua performance aprimorada, deparando-se com seus recursos “adormecidos”  e  “enclausurados”, ganhando ferramentas  para promover seu processo de “libertação”, o que  resultará em uma definição de objetivos, metas , competências e aumento de produtividade.

 

O Coaching é, portanto, um processo que envolve um alto nível de confiança e sigilo.

Em relatórios de apresentação de resultados à empresa , não há que se expor particularidades e confidências dos Coachees.

E tal acordo deve constar até mesmo em contratos, amparados por muita  ética e transparência.

 

A organização deve confiar que o profissional se colocará, sim, a  caminho de seus mais elevadas possibilidades.

São profissionais desenvolvidos que todo o  mundo corporativo procura.

E nós, Headhunters,  também.

 

*LENA VIDIGAL   é Diretora da Quatre Recursos Humanos

Psicóloga Organizacional, Headhunter, International Coach pela ICC – International Coaching Community

 

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Categorias: Dicas profissionais

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