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14 março

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Primeira chefia traz desafios no relacionamento interpessoal

Segundo especialistas, o principal é conseguir se comunicar bem com a nova equipe.

Patrícia Lucena, iG São Paulo

A administradora de empresas Amanda Zaneti, de 28 anos, estava há quatro anos na empresa de monitoramento e recuperação de veículos Ituran Sistemas quando foi convidada a assumir pela primeira vez um cargo de chefia. Passada a euforia da promoção, logo Amanda começou a perceber os obstáculos que enfrentaria para ser aceita no seu novo cargo. “Quando assumi a gerência, a equipe já existia. Tinha duas funcionárias. Uma delas já tinha alguns problemas com a empresa, mas piorou com a minha entrada como gestora. Acabei tendo que demiti-la, porque precisava de uma equipe que me ajudasse. Era uma área nova para mim.”

Problemas como o de Amanda são comuns entre profissionais que assumem pela primeira vez um cargo de chefia. Geralmente, são pessoas jovens que se destacam na área operacional e são vistas pela empresa como de grande potencial. A mudança, no entanto, pode causar transtornos, caso a companhia e o funcionário não se preparem para essa nova fase.

Segundo a consultora da ADVB Lisiane Szeckir, é fundamental que o novo chefe se posicione, entenda qual será sua função e até onde vai o limite da sua liderança. “A partir disso, ele deve olhar a equipe como seus funcionários, e não colegas.” Reinaldo Geraldo, diretor de pesquisa e desenvolvimento e sócio da Door International no Brasil, concorda. Para ele, o novo chefe deve colocar com firmeza seu ponto de vista e criar um bom ambiente. Sem isso, acredita, a equipe não se sustenta.

Foi o que procurou fazer o publicitário Fábio Tadashi, de 34 anos, da Vivo. Ele já atuava há algum tempo como coordenador informal de um grupo de trabalho. Mas, quando se tornou realmente chefe, a primeira coisa que fez foi sentar com cada um e deixar claro que a partir daquele momento teria que cobrá-los por resultado. “Antes mesmo de me tornar chefe, eles já me viam como um mentor. Por isso, essa transição foi mais tranquila”, relembra ele. “Mesmo assim, foi fundamental a minha conversa com cada um para estabelecermos juntos os passos.”

O sócio-diretor da Alliance Coaching, Silvio Celestino, destaca que o novo chefe precisa estabelecer um limite de respeito e uma relação diferente da que existia antes. “Você precisa comunicar à equipe que continua sendo amigo e cordial, mas a relação agora é diferente e você terá que cobrar as pessoas.”

Para Eduardo Shinyashiki, consultor organizacional e presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos, o ponto central é a atitude e o caráter do líder. O profissional deve manter o respeito e a admiração pela pessoa, ser coerente com as próprias intenções e com os objetivos a serem alcançados na empresa.

Leia a continuação em http://migre.me/42Nmp.
Fonte: http://economia.ig.com.br/carreiras/

Categorias: Comunicados

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